terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Trilha Monumentos Históricos - Caminhos do Mar - Parque Estadual da Serra do Mar (Núcleo Itutinga Pilões).


Conhecida como Estrada Velha de Santos (Rodovia SP - 148) e situada dentro do Parque Estadual da Serra do Mar (núcleo Itutinga Pilões). A Trilha Monumentos Históricos tem uma localização privilegiada pois se encontra entre duas importantes regiões metropolitanas: a da Baixada Santista e a de São Paulo.
Abriga inestimável patrimônio ambiental, histórico e cultural.
O Parque é caracterizado por Mata Atlântica de exuberante beleza cênica e por importante acervo histórico cultural, além de arrojadas obras de engenharia datadas da primeira metade do século XX.
Contou-se com paradas para contemplação dos monumentos históricos (1922), além de passagem por determinado trecho da primeira estrada pavimentada do Brasil, a famosa "calçada do Lorena" (1792).
O passeio foi cercado pela beleza da Mata Atlântica, suas nascentes, cachoeiras e vistas panorâmicas da Baixada Santista, apesar do dia ter sido chuvoso.
Ao todo, foram 9 km de caminhada entre São Bernardo do Campo até Cubatão.

 Uma breve parada na "Casa de Visitas" para observar algumas informações pertinentes a descida da serra e conceitos históricos

 Em qualquer lugar... Portas não passam batidas às lentes!

 E dessa vez, maçaneta também não escapou.

 Em baixo de muita chuva seguimos

"Pouso de Paranapiacaba", construído em 1922, também conhecido como Casa de Pedra, serviu de ponto de parada de carros durante viagens pelo Caminho do Mar. O local é frequentemente confundido com uma suposta casa da Marquesa de Santos, que morreu em 1867, e nunca chegou sequer a visitar o local.

 O detalhe da janela

 O lado interno da casa

 A área externa da casa

 Desse ponto, enxerga-se a praia de São Vicente, quando não está ruim o tempo

 Seguindo estrada a diante, pôde ser visto um besouro já seco, porém ainda na folha

 Ruínas  da casa em alvenaria de pedras que, supõe-se, abrigou funcionários e trabalhadores durante a construção dos Monumentos da Serra, no Km 44,5 do "Caminhos do Mar"

 Janela da ruína

 Lado externo da ruína

 Esses são os famosos dutos que podem ser vistos de São Vicente e Praia Grande, ou mesmo do sistema Anchieta e Imigrantes

 Conforme apontado por monitores do parque, essas marcas no poste de madeira são de felinos que usam o poste para descer do barranco

 Quilômetros a frente

 No decorrer do caminho, eis que surgiu essa placa com o dizer "Entrada Proibida", deixando todos curiosos.

 Esse é o "Belvedere Circular", situado no primeiro cruzamento da Calçada do Lorena com a estrada o Caminho do Mar, Km 46, a construção em alvenaria de pedras e tijolos do Belvedere Circular, ou "Pouso Circular", era outro ponto de parada e mirante da paisagem local no trajeto da serra.

 A Calçada do Lorena é o primeiro caminho pavimentado que ligou São Paulo a Santos, construído a mando do então governador-geral da Capitania, Bernardo José Maria de Lorena.Um dos chamados Caminhos do mar de São Paulo, foi aberto, ao final do século XVIII, em função das precárias condições do Caminho do Padre José de Anchieta, que inviabilizavam o transporte do açúcar e demais gêneros do planalto de Piratininga, pela serra do Mar, até ao porto de Santos, no litoral.
Desse modo, em 1790 iniciou-se uma nova via, calçada de pedras, por determinação do governador da capitania de São PauloBernardo José Maria de Lorena. As obras ficaram a cargo do Brigadeiro João da Costa Ferreira, engenheiro da Real Academia Militar de Lisboa. Concluída em 1792, estendia-se por 50 km, reduzindo em cerca de 20% o percurso entre Santos e São Paulo de Piratininga.
É considerada uma das maiores obras da engenharia na colônia, à época, uma vez que transpor os mais de 700 metros de desnível representados pela serra do Mar, numa região de mata densa e altos índices pluviométricos, foi um desafio que, para ser vencido, exigiu de seus construtores a adoção de técnicas ainda inéditas na Capitania de São Paulo. A pedra foi utilizada na pavimentação, na construção de muros de arrimo e de proteção junto aos despenhadeiros e nos canais pluviais da Calçada. Nas curvas do trecho de serra, caixas de dissipação desviavam para fora da via as águas conduzidas pelos canais pluviais.
Menos íngreme, foi a primeira via a possibilitar o trânsito de tropas de muares, consumindo apenas dois dias na subida.
Uma das mais importantes viagens realizadas por essa via ocorreu em 1822, uma vez que por ela, o Príncipe-Regente D. Pedro subiu a serra em direção a São Paulo, vindo a proclamar, a 7 de setembro, a Independência do Brasil.
Os remanescentes da calçada encontram-se preservados e abertos à visitação turística no trecho que se estende do seu início, no planalto, até ao seu terceiro encontro com a Rodovia Caminho do Mar.
No governo de Washington Luís (1926-1930) foi recuperada a Estrada do Mar e construído o Belvedere e o Padrão do Lorena, em homenagem ao construtor da Calçada, que na época em que foi construída, era uma das mais modernas estradas do mundo.
(Fonte Wikipedia)

 Céu totalmente nublado

 Evoca a construção da Estrada da Maioridade e a visita da família real à São Paulo em 1846

 Placa de tombamento

 Essa é uma fonte de água, antes usada para os carros que subiam a serra, com o propósito dos condutores jogarem água nos radiadores dos seus veículos.

 Detalhe da janela

 O contraste das pedras com o azulejo de desenho português

 Escadaria interna na casa

 Uma breve parada para o lanche (sanduíche natural produzido por Alvaro) 

 Desenhos de referências da época

 O símbolo da Coroa Portuguesa

 Grade de muito bom gosto

 Símbolos espalhados

 Vista diagonal

 Vista da sacada da casa

 Na parte de baixo do monumento

 O "Padrão do Lorena" foi construído no local onde existe o segundo cruzamento da Calçada do Lorena com o Caminho do Mar. O revestimento externo de azulejos desenhados por José Wasth Rodrigues tem motivos alusivos à história das vias de ligação do planalto com o litoral.

 A Coroa Portuguesa do monumento

 A placa de Washington Luis, quando ainda era presidente do Estado em 1922

 A beleza

 Outra pintura no monumento

 Espalhadas por todos os lados

 Teias de aranhas por todos os cantos 

 O imaginário

 Aproximado

Neblina subindo

 O templo

 Aqui já podia ser vista a usina da Petrobrás em Cubatão

 A beleza das cores

 A preguiça do Preguiça

 O forte tom da compactada mata

 A distância vista

 Antiga casa da usina de energia vista de baixo do Caminhos do Mar

 Uma de muitas que encontrei

 "Se você pretende saber quem eu sou

Eu posso lhe dizer
Entre no meu carro na Estrada de Santos
E você vai me conhecer"


 Duto de respiração da Petrobras

 Jacas

O caminho que parecia não ter fim

 O cinza visto do verde

 Outra cachoeira mais bonita

 Vista de cima

 Ponte

 A mais alta

 O preto e branco sempre acima do verde

 180º

 A pobre Petrobras que ouvimos diariamente

Placa do "Pontilhão da Serra", outro monumento

 A beleza dos frutos

O Cruzeiro, construído no ponto de encontro do Caminho do Mar com o     Caminho do “Padre José” (hoje inexistente nesse trecho), o Cruzeiro apresenta no seu corpo central as datas de 1500 e 1922 e os nomes dos colonizadores e jesuítas: Tibiriçá, Anchieta, Mem de Sá, Nóbrega, Leonardo Nunes, Martim Afonso e João Ramalho.